Assembleia define calendário de lutas

ASSEMBLEIA 16.6

Em assembleia realizada na quinta-feira (16), os servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal definiram um calendário de lutas pela reposição de perdas salariais. Confira:

CALENDÁRIO DE LUTAS

AÇÕES POLÍTICAS

  1. Elaboração de Projeto de Lei que trata sobre a recomposição das perdas inflacionárias;
  2. Elaboração de Resolução – solicitação de urgência na tramitação do PL;
  3. Coleta de assinatura dos deputados ao Projeto de Lei e ao Projeto de Resolução;
  4. Coletar assinatura dos deputados em abaixo-assinado e solicitar manifestação no plenário.

 

ATIVIDADES SINDICAIS

Confeccionar faixas e coletes – Sugestões de frases:

“Reposição de perdas inflacionárias é direito dos trabalhadores. Não é privilégio”;

“Reposição já! ”;

“É legítimo para qualquer categoria, qualquer carreira” (Pronunciamento deputada Celina Leão na sessão ordinária do dia 14/06/2016 – referência aos servidores da CAESB). Nas faixas e coletes.

Confeccionar mural com os nomes dos Deputados favoráveis / contrários à recomposição, com fotos e divulgação no boletim.

Calendário de Atividades:

  • Segunda-feira (20/6) – Mutirão, percorrendo as dependências da CLDF, nos dois turnos, convidando os servidores para a mobilização do dia 21/06/16;
  • Terça-feira (21/6) – 10 horas: mobilização na sala de reuniões das comissões. 14 horas: mobilização na presidência da CLDF e 15 horas: mobilização no plenário.
  • Quarta-feira (22/6) – 12 horas: Assembleia no hall da entrada principal da CLDF, localizado no térreo superior.

 

Insalubridade: Sindical vai à Justiça!

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Servidores decidem entrar na Justiça para reverter decisão da Portaria 116/2016 sobre adicional de insalubridade

Em reunião realizada na quinta-feira (9), os servidores lesados por força da Portaria do Gabinete da Mesa Diretora nº 116/2016 decidiram, juntamente com a diretoria do Sindical e sua assessoria jurídica, que devem ser adotadas medidas judiciais para resolver a questão da retirada do adicional de insalubridade em alguns setores da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Para a assessoria jurídica do Sindical, houve extrapolação da CLDF em relação à determinação do Tribunal de Contas do Distrito Federal e a solicitação de uma perícia judicial seria determinante para elucidação do caso.
A decisão foi motivada pela falta de interesse da direção da CLDF em resolver o problema de forma administrativa. Há exatamente um mês, o Sindical entregou requerimento ao secretário-geral da CLDF, José Wilson Porto, pedindo a revogação da Portaria GMD nº 116/2016 e o cumprimento das determinações da 1ª Secretaria da Casa – que questionou a precisão das informações apontadas no estudo técnico realizado. Até o momento, não houve qualquer pronunciamento do secretário sobre o assunto.
Relembre o caso: No início de maio, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) determinou o cancelamento do pagamento do Adicional de Insalubridade aos servidores lotados nos setores localizados nos subsolos do prédio do edifício sede da Casa. A decisão da Casa, teve como parâmetro um estudo técnico da qualidade do ar, realizado em 2013.

Rumores indicam nova tentativa de alterar resolução 155/99

Há rumores de que a Casa estaria elaborando estudos de alteração da Resolução 155/99 – FASCAL.
Este sindicato não é, de forma alguma, contrário a alterações que visem ao aprimoramento do FASCAL, conferindo-lhe o devido equilíbrio financeiro, credibilidade junto à rede conveniada e a excelência dos serviços prestados aos seus servidores com a devida e justa contrapartida dos seus usuários.
Para tanto, colocamo-nos à disposição do FASCAL, para podermos contribuir com propostas factíveis à melhoria do Fundo, baseados em dados técnicos, conforme ocorrido no final de 2014, quando o Grupo de Trabalho criado pela Vice-Presidência para elaborar os estudos necessários para alteração da Resolução 155/99, solicitou a participação do sindicato para análise das propostas apresentadas. Lembremos que, na oportunidade, as propostas foram discutidas exaustivamente pelos diretores do sindicato, membros do Grupo de Trabalho e servidores, entre outros interessados. Foi realizado, também, um debate para discutir as alterações sugeridas pela Casa. À época (2014) o Sindical questionou a proposta exigindo que a CLDF apresentasse um estudo com os impactos financeiros que atingiriam os seus usuários, além de um estudo atuarial que, até o momento, não foi apresentado.
Ano após ano, a Agência Nacional de Saúde – ANS autoriza que os planos de saúde realizem reajustes acima da inflação. Recentemente, houve autorização de reajustes na ordem de 13,57% aos planos de saúde individuais. Portanto, qualquer proposta que nos vincule aos índices daquela agência reguladora é vista com maus olhos pela diretoria do Sindical, pois é contrária aos interesses do associado e, tecnicamente, partem de realidades diversas.
Ademais, há de considerar, existe um “ralo” no FASCAL no que diz respeito às despesas médicas não pagas por servidores exonerados. Segundo levantamento feito em 2015, após a aprovação do programa de recuperação de créditos do FASCAL, pouco mais de 10% dos inadimplentes aderiram ao programa. Em tempo, as dívidas não pagas ao FASCAL e lançadas em dívida ativa, não retornam ao Fundo quando de seu adimplemento.
Caso a proposta apresentada pela CLDF em 2014 fosse aprovada, quanto seria, hoje, a correção nas mensalidades do FASCAL, entendendo que o enquadramento de cada servidor ao novo sistema leva em consideração remuneração, faixa etária e composição familiar?
Portanto, o Sindical coloca-se, mais uma vez, à disposição para discutir o assunto, de forma totalmente transparente e leal.

INSALUBRIDADE

O Sindical convoca todos os servidores atingidos pela Portaria nº 116/2016, de autoria do Gabinete da Mesa Diretoria da CLDF – que determinou a revogação das portarias que concederam o adicional de insalubridade – para participar de reunião, na quinta-feira (09) às 10h, na sala de aula da Escola do Legislativo (Elegis), com a participação da assessoria jurídica do sindicato.

REUNIÃO SOBRE INSALUBRIDADE

O Sindical convoca todos os servidores atingidos pela Portaria nº 116/2016, de autoria do Gabinete da Mesa diretoria da CLDF – que determinou a revogação das portarias que concederam o adicional de insalubridade – para participar de reunião, na quinta-feira (09) às 10h, na sala de aula da Escola do Legislativo (Elegis), com a participação da assessoria jurídica do sindicato.

Palavra do Presidente

_DSC0234 (1)Depois de uma vitória com cerca de 70% dos votos válidos, a Gestão Transparência e Lealdade inicia seus trabalhos com um enorme desafio: conseguir reconquistar um sindicato combativo e articulado, consciente da condição do trabalhador no contexto social. Nosso sindicato é pequeno em base de trabalhadores, mas é grande em relevância política no contexto local. E é grande em história.

E o respeito à história é o primeiro eixo principiológico de nossa diretoria. Reconhecemos os avanços do passado do Sindical. Conquistas dos servidores do TCDF e CLDF foram guiadas por uma entidade sindical com inegável capacidade de negociação. Disso não temos nenhuma dúvida. Os erros do passado não podem ser capazes de cegar os atores do presente.

Em um contexto de maniqueísmo político, em que os discursos oportunistas de negação da política ganham força, em que se insiste em ignorar o amplo espectro de matizes da conjuntura em nome do “tudo não presta”, a Gestão Transparência e Lealdade faz questão de firmar posição: acreditamos na política.

Nossa postura, portanto, é de resistência ao comodismo do senso comum reproduzido pelo aparato midiático hegemônico, o qual reduz a política à vulgaridade do sistema partidário-eleitoral cooptado pelo poder econômico e carcomido pela fisiologia.

A política se faz na vizinhança, no condomínio, na família, na escola, no trabalho. Aqueles que negam a política – abstratamente ou de forma concreta – normalmente a negam por um autoritarismo inconfessável.

Essa intolerância latente se materializa nos discursos moralistas. Para esses – como já dissemos em outras oportunidades – a culpa é sempre do outro. O outro ou é incompetente ou é corrupto. Ou ambos. Assim, em cima do muro e arremessando pedras, a tônica do discurso político do mainstream é a negação da condição intrinsecamente política do homem e, ao mesmo tempo, catarse concretizada no desprezo da alteridade.

Trata-se de uma posição passiva e cínica, um comodismo próprio dos preguiçosos: nunca participar ativamente da política (inclusive da política sindical) e, depois, levantar a bandeira da indignação.

Contra a covardia também luta o Sindical. Só uma classe trabalhadora consciente de sua condição nas relações de produção é capaz de fazer frente ao avanço do rolo compressor que ataca com violência as nossas conquistas.

Eis, então, por derradeiro, o outro eixo de luta desta entidade: promover a formação sindical de nossa base, de modo a obstaculizar a ilusão de pertencimento ao patronato de que sofrem alguns servidores públicos. Somos meros vendedores de nossa força de trabalho ao Estado. O não reconhecimento dessa condição nos coloca na condição de peões, inocentes eventualmente úteis em um jogo de poderosos.

Por isso, a Gestão Transparência e Lealdade apresenta este novo Portal e, em breve, apresentará a TV SINDICAL. Por meio de uma comunicação mais eficiente seremos capazes de compreender os anseios e as necessidades do servidor e traçar melhores estratégias de ação.

Participe do Sindical!

Um forte abraço.

 

Jeizon Silverio

Presidente do Sindical

Rollemberg poderá perder apoio se barrar e até se ajudar reeleição na Câmara

Jornal de Brasília – A possível reaproximação do governador Rodrigo Rollemberg com a presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), pode ser perigosa para o chefe do Executivo, já que ele corre o risco de perder apoios já consolidados na Casa. Deputados da base já dizem que ele tem de escolher um lado.

Sem se identificar, um dos distritais que trabalhou para que a votação em segundo turno da emenda da reeleição não fosse colocada em pauta, é taxativo: “O governador tem que se decidir”.

Para ele, Rollemberg deve decidir se quer sofrer as consequências de se ter a deputada do PPS no poder por apenas sete meses, ainda que seja contra o Buriti, ou ter achaques constantes até 2018. A intenção dela, com a reeleição, seria viabilizar o projeto de se candidatar ao Palácio do Buriti em 2018.

O governador  diz que, por ser uma “pessoa de diálogo”, está “sempre aberto a conversar com os parlamentares” e tem “grande apreço” por Celina Leão. “Em nenhum momento o Palácio do Buriti se afastou da presidente da Câmara Legislativa”, observa o chefe do Executivo.

Independência

A deputada afirma que “não tem nada disso” e que  permanece na posição de independência em relação ao governo. Os cargos que a presidente da Câmara detém no Executivo, no entanto, mesmo após várias tentativas dela, não foram exonerados. Ao contrário do que Rollemberg tem feito com os aliados que se juntaram a ela em um “blocão”, articulado para viabilizar a composição da CPI da Saúde.

O governador já exonerou indicados, por exemplo, dos deputados distritais Lira (PHS), Cristiano Araújo (PSD) e Raimundo Ribeiro (PPS), que compõem com Celina o “blocão”.

Saiba mais

O governador já foi alertado por aliados que o projeto de Celina Leão era se candidatar ao Governo do DF nas próximas eleições, quando ele poderia disputar a reeleição. Quando a Proposta de Emenda à Lei Orgânica que viabiliza a reeleição para a Mesa Diretora da Câmara foi votada em primeiro turno, Rollemberg não teria se preocupado com o assunto.

No segundo turno, a história foi diferente. Ele, pessoalmente, entrou em ação para evitar que a emenda fosse colocada em votação. A ideia que se tem é que Celina viabilizaria uma candidatura majoritária dela com dois mandatos seguidos.

Os olhos de Rollemberg foram, enfim, abertos, quando ela conseguiu reunir oito parlamentares em um bloco e tentar  inviabilizar a participação de deputados fiéis ao Buriti  na CPI da Saúde.

 Base deve ser liberada, diz Delmasso

Favorável à reeleição, o deputado Rodrigo Delmasso (PTN) critica a interferência do governador. “Isso é uma questão interna”,  aponta. Ele diz que  Rollemberg poderia liberar os deputados para votarem  como quiserem. E argumenta que Celina sempre defendeu o governo na Casa. “Ela sempre foi aliada de primeira hora”, observa.

Celina tem 12 votos cativos, mas precisaria de 16. Se  Rollemberg  liberar a base, ela ainda precisaria de mais conversas, já que, ao menor sinal de a emenda entrar na pauta, o super secretário Joe Valle (PDT) voltará à Casa e votará no lugar de Roosevelt Vilela (PSB).

Apenas Israel Batista (PV), Luzia  de Paula (PSB) e Juarezão  (PSB) devem ir para as contas de Celina. O quarto voto poderia ser o de Liliane Roriz (PTB), que é alvo de uma representação que pede a cassação do mandato dela na Casa.

Millena Lopes

Rollemberg troca novamente a presidência do Iprev

CB. Poder – O governador Rodrigo Rollemberg mudou novamente o comando do Instituto de Previdência dos Servidores do DF. O procurador federal Adler Anaximandro de Cruz e Alves assume a presidência do instituto, responsável pela gestão dos recursos destinados ao pagamento da aposentadoria dos servidores do DF. O presidente anterior do Iprev, José Afonso Zerbini, havia sido nomeado no último dia 2 e não ficou nem duas semanas no cargo.

Helena Mader