Dia 20: Assembleia de Prestação de Contas

Na quinta-feira (20), às 10h, o Sindical realizará, por meio de videoconferência pelo aplicativo Webex, a Assembleia Ordinária de Prestação de Contas. Estatutariamente essa assembleia acontece no mês de março de cada ano, mas em razão da pandemia, não foi realizada.
O sindicato adquiriu recentemente uma assinatura do aplicativo Webex Cisco, que possibilita a realização de reuniões e assembleias com mais tempo de duração e maior quantidade de convidados do que a versão gratuita do app.
Os links para acesso à reunião, para instalação do Webex e o vídeo explicativo de como utilizar a plataforma estão disponíveis abaixo:

APP STORE

GOOGLE PLAY

Para ter acesso à assembleia, clique aqui!

 

CLDF tem 12 novos convocados do último concurso!

O Sindical parabeniza os novos servidores da CLDF nomeados pelos atos publicados no Diário da Câmara Legislativa desta sexta-feira 14 de agosto.

É com grande satisfação que informamos que foram convocados para reforçar o quadro de servidores efetivos da Casa 12 candidatos aprovados no último concurso.

Nosso parabéns e boas-vindas aos novos colegas:

TATIANA RIBEIRO TANABE LOUREIRO

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Psicólogo);

DANILLO MARCUS MOREIRA

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Contador);

MARIO BANDEIRA DE ASSIS ESPINHEIRA

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Jornalista);

LISFLAVIA OLIVEIRA DOS REIS

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Relações Públicas);

DANIEL RAMEH DE PAULA

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Revisor de Texto);

YURI MAGALHAES DO CARMO

(Cargo: Consultor Técnico Legislativo, categoria Analista de Sistemas);

VICTOR RAMON GONCALVES FERREIRA

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo);

TULIO PANERAI CARNEIRO

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo);

RAQUEL BEZERRA DE GODOY

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo);

PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA ALBERNAZ

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo);

MARIANA MACHADO PEREIRA

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo);

RICARDO TAKESHI UEMURA

(Cargo: Técnico-Legislativo, categoria Técnico-Legislativo).

Drive Thru da Solidariedade faz mais uma ação

Atendendo a um pedido de apoio e parceria, o Sindical foi até o Guará, na terça-feira (11), levar doações de roupas e alimentos a uma das unidades da Rede de Solidariedade.

O grupo presta auxílio a famílias em situação de vulnerabilidade social em diversas cidades do Distrito Federal entre elas São Sebastião, Sol Nascente, Estrutural, Samambaia, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Santa Maria, Paranoá e Itapoã.

A Rede está com dificuldades de atendimento devido ao grande número de pessoas cadastradas desde o início da pandemia e o Sindical, por meio da Campanha Drive Thru da Solidariedade e graças às doações dos servidores, foi contribuir para o atendimento dessas famílias.

Servidor público pode acumular pensão com aposentadoria, desde que não ultrapasse teto, decide STF

Estadão – BRASÍLIA – Por 7 a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 6, que os servidores públicos podem acumular pensão com aposentadoria, desde que a soma dos valores não ultrapasse o teto constitucional. Atualmente, o teto do funcionalismo público é de R$ 39,2 mil, valor correspondente ao salário de ministro do STF.

O caso girou em torno de um recurso da União, que contestou decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ-DF). O TJ do DF entendeu que não deveria ser aplicado o teto sobre o montante total recebido por uma servidora aposentada do tribunal, que também ganha pensão pela morte do marido, que faleceu em 1999.

Como o processo tem repercussão geral, o entendimento firmado pelo Supremo deverá ser aplicado em casos similares que tramitam em todas as instâncias judiciais. Ao menos 368 processos discutem matéria semelhante em todo o País.

“Não pode haver nenhuma dúvida. E aqui temos um verdadeiro paradoxo. Em um país em que tantos necessitam de teto, alguns querem fugir ao teto, ao teto constitucional, em relação ao que percebido”, afirmou o relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, ao defender a aplicação do teto.

Os ministros Edson FachinLuís Roberto BarrosoRosa WeberLuiz FuxCármen Lúcia e Gilmar Mendes acompanharam o entendimento do relator.

Barroso apontou que um servidor “que já ganha o teto nem é dependente, nem está em risco social”. “No quadro fiscal e social brasileiro, em que essa pessoa já bate no teto, considero uma política pública razoável se fixar esse limite, em razão do desequilíbrio do sistema previdenciário. O fato de haver crise fiscal não é fator determinante de uma decisão, mas considero razoável essa interpretação, que realiza melhor o interesse público, sem frustrar o direito individual”, observou Barroso.

Em sentido contrário se posicionaram os ministros Celso de MelloRicardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Para o advogado Pedro Henrique Costódio, especialista em direito administrativo, o posicionamento assegura a aplicação da Constituição, que determina que a remuneração e o subsídio de cargos públicos não poderá ultrapassar o salário dos ministros do STF.

“A decisão de hoje acaba por dirimir a dúvida sobre a possibilidade de coexistência de valores que individualmente respeitariam o teto, porém quando somados superariam a limitação constitucional”, avaliou Costódio.

“Tendo em vista que o processo se encontrava afetado pela repercussão geral, a decisão será aplicada em diversos processos que se encontravam suspensos aguardando definição do plenário do STF.”

Câmara quer derrubar nota da CGU que fiscaliza redes sociais de servidores

Correio Braziliense – O presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público, deputado federal Professor Israel Batista (PV-DF), a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) e o deputado Célio Studart (PV-CE) deram entrada no Projeto de Decreto Legislativo 352/2020, para cancelar a nota técnica 1.556/2020, da Controladoria-Geral da União (CGU).

O documento da CGU repercutiu no Congresso Nacional. Com previsão de regulamentar a atuação de servidores e definir limites para uso das redes, o texto prevê punição em casos de “má utilização dos meios digitais de comunicação online”, e responsabilização de servidores por postagens de conteúdos que possam “de alguma maneira, macular a reputação e imagem do seu órgão, bem como de outros servidores”.

No entendimento do presidente da Frente,  “a medida extrapola completamente o poder regulamentador do Executivo. É uma clara tentativa de perseguição e intimidação aos servidores que mostram-se contrários ao governo”. No início da semana, diversas entidades também manifestaram repúdio à Nota Técnica da CGU.

Assinaram a carta: Movimento Acorda Sociedade – MAS; Confederação Nacional das Carreiras e Atividades Típicas de Estado (Conacate); Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB); Confederação Nacional dos Servidores Municipais (CSPM); Confederação Nacional de Servidores públicos (CNSP); Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol); Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Cobap); Movimento Nacional dos Servidores Públicos Aposentados e Pensionistas (Mosap); e Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST).

O Sindical agora tem convênio com a Masterclin

A partir de agora, todo servidor filiado ao Sindical passa a ter descontos e vantagens em mais de 10 mil estabelecimentos em todo o Brasil. O sindicato firmou convênio com a empresa Masterclin e passa a oferecer descontos em farmácias, laboratórios, locadoras de veículos, redes de hotéis, supermercados, academias, escolas de idiomas, faculdades e em vários outros segmentos.
Os cartões podem ser retirados no estande da Campanha Drive-Thru da Solidariedade, localizado na entrada principal da Câmara Legislativa, de segunda a sexta-feira, no horário das 9 às 17h. Cada filiado tem direito a um Cartão Masterclin de Vantagens, sem qualquer custo, válido também para cônjuges e dependentes legais até 18 anos.
BANNER-INTERNO-SINDICAL-DF

Servidor com covid-19 poderá pedir carência no pagamento do consignado

Agência Brasil – Servidores, aposentados e pensionistas de órgãos públicos poderão pedir carência de até 90 dias no pagamento do crédito consignado. Em comunicado divulgado hoje (22), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) informam que poderá haver repactuação dos atuais empréstimos consignados concedidos a esse público nas mesmas condições previstas na Medida Provisória 936, convertida na Lei nº 14.020/2020, que prevê a carência para trabalhadores celetistas.

No caso dos servidores, a carência será concedida a aqueles que contraíram a covid-19. A carência também poderá ser solicitada para novas contratações, desde que comprovada a contaminação pela covid-19.

Aposentados e pensionistas

“Para os aposentados e pensionistas do INSS, conforme aprovado pelo Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), os bancos associados à Febraban e à ABBC poderão, dentro do interesse e da conveniência entre as partes envolvidas, analisar pedidos e conceder carência pelo prazo previsto na Instrução Normativa nº 28 (até 90 dias) para novas contratações, repactuação e portabilidade de empréstimos consignados durante o período de calamidade pública, independentemente de estarem infectados pelo novo coronavírus, também respeitada a política de crédito de cada instituição”, acrescentam.

Segundo as entidades, nas repactuações ou em novas contratações serão cobrados os encargos remuneratórios pelo período da carência. “Para que seja operacionalmente viável a concessão da carência, os órgãos pagadores precisarão adequar seus normativos e efetuar as alterações necessárias nos sistemas informatizados. A Febraban e a ABBC conduzirão as tratativas neste sentido”, informaram.

Edição: Valéria Aguiar

Agência Brasil

Deputados barram tentativa do GDF de tirar limite de indicados políticos em cargos de confiança

G1-DF – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) rejeitou, por unanimidade, o projeto do governo do DF para retirada do limite de indicados políticos em cargos de confiança no serviço público. A votação ocorreu durante sessão nesta terça-feira (21).

A proposta de autoria do Executivo foi encaminhada à CLDF no ano passado. Na prática, o projeto retirava da Lei Orgânica do DF a reserva de 50% de todos os cargos comissionados do Poder Público, permitindo então a nomeações de apadrinhados de autoridades sem qualquer restrição quantitativa entre as vagas disponíveis.

A lei considera o percentual limite na soma dos cargos de todo funcionalismo público, o que não tem sido respeitado. Em alguns órgãos, individualmente, o número de comissionados sem concurso público pode ultrapassar a maioria. É o que ocorre em algumas administrações regionais, chegam a ter 100% dos cargos de confiança ocupados por indicados sem carreira pública (saiba mais abaixo).

Para o relator do projeto, o deputado Reginaldo Veras (PDT) a proposta é “imoral” e, se fosse aprovada, “aumentaria o cabideiro de emprego e o ‘toma lá, dá cá’.”

Apesar do projeto enviado à CLDF, o governador Ibaneis Rocha (MDB) criticou as indicações políticas para o funcionalismo público enquanto ainda era um candidato ao Buriti. Ibaneis falou sobre o tema em entrevista à TV Globo, em setembro de 2018 (assista acima). À época, ele foi questionado sobre o recurso para as promessas de campanha.

“O dinheiro existe, falta gestão. Você tem um monte de cargo comissionado usado pra agradar deputado de forma eleitoreira”, disse Ibaneis na ocasião.

Questionado sobre a necessidade de alterar a Lei Orgânica do DF agora, o Secretário de Relações Parlamentares, Bispo Renato Andrade, disse que “o governo já cumpre a legislação e só quer regularizar a situação”. Ele mencionou questionamentos do Ministério Público sobre o percentual.

Apesar da rejeição do projeto na CLDF, o secretário afirmou que o GDF vai apresentar recurso para que a proposta seja votada em plenário.

Mais da metade

A edição do Diário Oficial do DF publicada nesta quarta-feira (22) divulga uma tabela que detalha a quantidade de comissionados em cada área do governo. Em quatro administrações regionais, mais de 50% deles não são concursados. Veja proporção:

  • Pôr do Sol/Sol Nascente: 100%
  • Arniqueira: 95%
  • Parkway: 90,9%
  • Planaltina: 90,8%

Ainda de acordo com o Diário Oficial, atualmente, o mínimo de 50% em todo o funcionalismo não tá sendo respeitado – tem mais indicado político do que gente concursada.

Cargos comissionados do funcionalismo público:

  • Concursados – 49,69%
  • Indicados políticos – 50,31%

Por Gabriel Luiz, TV Globo