Sem consenso, Congresso altera texto da reforma administrativa; veja mudanças

Agência O Globo – Com o futuro incerto da reforma administrativa na Câmara dos Deputados, servidores querem aproveitar o tempo até a proposta ser levada ao plenário — o que já não tem mais data para acontecer — e continuar fazendo pressão contra o texto. Mesmo sendo bem diferente da redação original enviada pelo governo federal à Casa em setembro de 2020, o conteúdo que vai à votação — um substitutivo elaborado pelo deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA), relator da comissão especial que tratou do tema — segue desagradando o funcionalismo.

Alterações pleiteadas por servidores e deputados da oposição, como a retirada do trecho da proposta do Executivo que criava cinco tipos de vínculos, incluindo o de experiência como etapa de concurso público, não foram suficientes nem para estruturar o apoio necessário à aprovação da reforma. O sentimento na Câmara é de que não há 308 votos favoráveis, entre os 513 parlamentares, para o texto passar. Daí o adiamento do debate. A coluna tentou contato com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), para saber se há previsão para votação, mas não teve resposta.

Estabilidade

Proposta original

Era restrita aos cargos típicos de Estado, após o término do vínculo de experiência e passado um ano de atividade com desempenho satisfatório.

Texto que será votado

Todos os concursados são estáveis. Empregados de empresas públicas e sociedades de economia mista podem ser demitidos.

Cargos

Proposta original

Previa o fim do Regime Jurídico Único e criava cinco tipos de contrato: vínculo de experiência, vínculo por prazo determinado (temporário), vínculo por prazo indeterminado (sem estabilidade), cargo típico de Estado (com estabilidade) e cargo de liderança e assessoramento (equivalente aos atuais cargos de confiança).

Texto que será votado

Define o que são cargos exclusivos de Estado: aqueles diretamente relacionados a “atividades finalísticas afetas à segurança pública, à manutenção da ordem tributária e financeira, à regulação, à fiscalização, à gestão governamental, à elaboração orçamentária, ao controle, à inteligência de Estado, ao serviço exterior brasileiro, à advocacia pública, à defensoria pública e à atuação institucional do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, incluídas as exercidas pelos oficiais de justiça, e do Ministério Público”. Entes públicos não podem usar recursos humanos da iniciativa privada para a execução dessas atividades.

Corte de jornada e salários

Proposta original

Ocupantes de cargos típicos de Estado não poderiam sofrer corte de jornada e salários.

Texto que será votado

Em situações de crise, entes públicos poderão reduzir, em 25%, a jornada e a remuneração dos servidores.

Texto que será votado

Todos os concursados são estáveis. Empregados de empresas públicas e sociedades de economia mista podem ser demitidos.

Cargos

Proposta original

Previa o fim do Regime Jurídico Único e criava cinco tipos de contrato: vínculo de experiência, vínculo por prazo determinado (temporário), vínculo por prazo indeterminado (sem estabilidade), cargo típico de Estado (com estabilidade) e cargo de liderança e assessoramento (equivalente aos atuais cargos de confiança).

Texto que será votado

Define o que são cargos exclusivos de Estado: aqueles diretamente relacionados a “atividades finalísticas afetas à segurança pública, à manutenção da ordem tributária e financeira, à regulação, à fiscalização, à gestão governamental, à elaboração orçamentária, ao controle, à inteligência de Estado, ao serviço exterior brasileiro, à advocacia pública, à defensoria pública e à atuação institucional do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, incluídas as exercidas pelos oficiais de justiça, e do Ministério Público”. Entes públicos não podem usar recursos humanos da iniciativa privada para a execução dessas atividades.

Corte de jornada e salários

Proposta original

Ocupantes de cargos típicos de Estado não poderiam sofrer corte de jornada e salários.

Texto que será votado

Em situações de crise, entes públicos poderão reduzir, em 25%, a jornada e a remuneração dos servidores.

Outubro Rosa: A importância do autocuidado e atenção para a saúde integral da mulher

Instituto Vencer o Câncer – O Outubro Rosa se aproxima de completar seus 30 anos – em 1990, a Fundação Susan G. Komen criou o laço rosa e distribuiu aos participantes da primeira Corrida pela Cura realizada em Nova Iorque. Tinha início uma campanha que se espalharia pelo mundo e teria papel fundamental na conscientização e disseminação de informações sobre o câncer de mama. No Brasil, o marco do começo do movimento é a iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo, em 2002.

Três décadas depois é inegável apontar os avanços conquistados na sociedade graças a essa campanha mundial. Mas apesar da adesão massiva de entidades, unidades de saúde, profissionais da área, empresas em todo o país para divulgar dados importantes sobre o tema, ainda há muitas dúvidas acerca da doença, especialmente sobre os fatores de risco e informações essenciais para que se possa fazer a prevenção e o diagnóstico precoce.

Esse desconhecimento foi comprovado em pesquisa realizada em parceria pelo Movimento Todos Juntos Contra o Câncer e a HSR Health. Em um levantamento com 500 pessoas, de 18 a 65 anos de todas as classes sociais, constatou-se que as mulheres querem saber mais sobre fatores de risco e prevenção do câncer de mama e desconhecem os hábitos que contribuem para aumentar o risco do desenvolvimento do tumor: 81% das participantes da pesquisa consideram que a prevenção precisa ser mais divulgada.

Uma das conclusões aponta que 9 em cada 10 brasileiras relacionam a doença ao histórico familiar, quando a questão da hereditariedade nesse tipo de tumor, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde de 5% a 10% dos casos. Apesar de atingir uma pequena parcela da população, a hereditariedade é um fator importante para o câncer de mama e, quando está presente, aumenta muito o risco de desenvolvimento do tumor. A pesquisa também demonstrou que de cada 10 mulheres, 5 consideram o cigarro como fator de risco para o câncer de mama. Entretanto, o fumo é considerado fator com limitada evidência para esse tipo de tumor; o Inca aponta como principais fatores de risco que devem ter atenção especial o excesso de gordura corporal, o consumo de bebidas alcoólicas e o sedentarismo. 

As dúvidas e a falta de informação aparecem também nos resultados da pesquisa Câncer de mama hoje: como o Brasil enxerga a paciente e sua doença?, realizada pelo IBOPE Inteligência com mais de 2 mil brasileiros, em uma iniciativa da Pfizer com o Coletivo Pink, da qual o Instituto Vencer o Câncer (IVOC) faz parte. O levantamento foi feito através de uma plataforma on-line, nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Curitiba e na cidade de São Paulo.

Na pesquisa, 71% dos entrevistados acreditam que a herança genética seria a principal causa do câncer de mama. Já os hábitos de vida, que têm maior risco para a doença, foram considerados por 24% dos participantes. A relação do desenvolvimento do tumor e a ingestão de bebidas alcoólicas foi identificada somente por 10% das mulheres e 8% dos homens. A questão do excesso de peso também gerou dúvidas: 39% não souberam dizer se esse pode ser um fator de risco para esse tumor e 24% acreditam que essa relação não é verdadeira. Somente a necessidade da prática de atividade física como forma de prevenção foi reconhecida pela maioria (58%) dos participantes. Outras questões importantes que aumentam as chances de desenvolver o tumor não eram de conhecimento da maioria, como não ter filhos e ter a primeira menstruação muito jovem. A maior parte (54%) tem dúvidas ou não acredita no papel de proteção que a amamentação exerce contra o desenvolvimento do câncer de mama.

Diagnóstico precoce em risco por falta de informação

A falta de conhecimento não se restringe às questões de prevenção, e se estende também a dados fundamentais para garantir um diagnóstico precoce. A pesquisa Câncer de mama hoje: como o Brasil enxerga a paciente e sua doença? também apontou que as brasileiras não têm noção da importância da mamografia para garantir um diagnóstico precoce: quase 80% acredita que o autoexame das mamas é a principal forma de descobrir um tumor no início. E 35% das entrevistadas com mais de 55 anos acham que se o exame de mamografia não detectar alterações, a paciente pode seguir com a prevenção apenas com autoexame.

O oncologista Fernando Maluf, um dos fundadores do IVOC, lembra que descobrir o tumor na fase inicial aumenta significativamente as chances de cura. O médico recomenda fazer o autoexame mensalmente, pois ajuda a conhecer melhor o próprio corpo e a notar alterações.  “Se perceber algo diferente nas mamas, busque sempre ajuda médica”, alerta. Mas Maluf avista que a única maneira de realmente identificar o câncer de mama nos estágios iniciais é fazendo periodicamente a mamografia. 

Justamente para chamar atenção das mulheres para saber que o autoexame da mama é insuficiente para uma completa detecção precoce que foi criado o game interativo Mamaze, uma iniciativa social desenvolvida pela agência DPZ&T em parceria com a UmStudio Code & Motion, com apoio científico dos institutos Vencer o Câncer e Oncoguia.

O game tem três fases com labirintos que remetem a movimentos do autoexame – depois de concluir o desafio, as usuárias avançam para o próximo estágio, um quiz demonstrando que os cuidados preventivos vão além do autoexame das mamas. As participantes recebem ainda uma mensagem de incentivo para fazer mamografias regularmente para garantir o diagnóstico precoce.

O game Mamaze pode ser acessado pelo link http://mamaze.com.br

Saúde integral da mulher

A atenção para a saúde integral da mulher é uma questão que precisa estar presente tanto na prevenção quanto após o diagnóstico, desde as fases iniciais do tratamento e seguir para a vida toda, como hábitos que vão melhorar as condições gerais da paciente para evitar recidiva e ter mais disposição e qualidade de vida.

Quando falamos em saúde integral é preciso notar vários aspectos, que passam pelos bons hábitos de vida com uma boa alimentação, prática de atividade física, atenção à ingestão de bebidas alcoólicas, sem tabagismo. No caso das pacientes oncológicas, inclui ainda acompanhamento médico e de equipe multidisciplinar adequado, acolhimento e até considerar a preservação da fertilidade antes da mulher iniciar o tratamento.

Na questão da alimentação, o nutrólogo Eduardo Rauen avisa que não existem alimentos milagrosos: “O que existe é uma alimentação milagrosa, ou seja, um estilo de vida que diminui a chance, previne esse tipo de lesão, como o câncer de mama”. Rauen ressalta que o ideal é manter uma alimentação saudável como a Organização Mundial da Saúde preconiza, com cinco porções entre saladas, legumes e frutas, com bastante fibra, como aveia, chia, folhas e também diminuindo a carne vermelha e dando preferência para as carnes brancas, como peixe e frango. “Esse é um estilo de alimentação, estilo de vida que previne não só o câncer de mama, mas outros tumores comuns, principalmente câncer de intestino, do cólon, região final do intestino grosso”. 

O nutrólogo lembra ainda que é preciso ter uma união de coisas: alimentar-se bem com a dieta preconizada pela OMS e diminuir embutidos, pois peito de peru, salame, carnes embutidas aumentam os riscos de câncer de intestino e de outros tipos de tumores. “Não adianta comer industrializado, comer embutidos e tentar fazer atividade física”. Ele chama atenção para a ingestão de bebidas alcoólicas, explicando que o uso diário, mesmo de uma porção normal, uma taça de vinho ou uma lata de cerveja, que tem 14 gramas de álcool, aumenta a incidência de câncer de mama. 

Quanto à prática de atividade para uma vida saudável, Rauen destaca que é preciso diferenciar: “atividade física é qualquer movimento que você faça, subir escada, andar, sair da cama e ir até a cozinha. Exercício físico é quando faz de forma mais ordenada, seja uma caminhada de meia hora ou fazer um transport por uma hora. Esporte é mais coordenado, tem regras e competição”, afirma. “Importante é saber que para não ser sedentário precisa fazer no mínimo 150 minutos de atividade física semanal, que previne não só ganho de peso, mas vários tipos de tumores como de ovário, de endométrio, de intestino e de mama. A atividade física durante o tratamento é preconizada para melhora da terapêutica”.

Preservando a fertilidade antes do tratamento

Diante de um diagnóstico de câncer de mama – ou outro tumor – um aspecto importante a ser considerado, especialmente com o aumento da incidência da doença em mulheres mais jovens, é a preservação da fertilidade, pensar na vida após o câncer. A ginecologista Silvana Chedid, especialista em reprodução humana, comenta que com o avanço nos tratamentos as pacientes têm grandes possibilidades de superar a doença, mas também correm grande risco de perder a fertilidade após quimioterapia e radioterapia. 

Silvana avisa que existem várias alternativas para preservar a fertilidade das mulheres, que devem ser discutidas entre paciente, oncologista e especialista em reprodução humana. O importante é saber que nenhuma delas afeta a evolução da doença. “O efeito tóxico ovariano provocado por drogas antineoplásicas varia de acordo com a dose cumulativa e com a idade da paciente, afetando principalmente pacientes mais velhas”. A estimativa é que somente 30% das pacientes jovens submetidas à quimioterapia retomem sua função ovariana.

A técnica mais utilizada é a vitrificação de óvulos (72% dos casos), com criopreservação (congelamento) de óvulos maduros que posteriormente podem ser utilizados em procedimento de fertilização in vitro. Outra técnica é a criopreservação do córtex ovariano, que pode permitir, com o transplante posterior do tecido criopreservado, reestabelecer a função ovariana e até a possibilidade de conseguir gestações espontâneas, além de poder evitar menopausa precoce, ao manter níveis hormonais normais. Silvana cita ainda a transposição de ovários como técnica de preservação da fertilidade: “consiste em afastar os ovários do campo de irradiação para evitar a exposição direta à radioterapia, e evitar assim o dano de ser atingido pelo campo de radiação”.

Conhecendo os tratamentos de câncer de mama

“O tratamento do câncer de mama teve muitas evoluções nos últimos tempos. Desde os avanços nas cirurgias, que são menos invasivas, até novos medicamentos mesmo para casos avançados”, comenta o oncologista Fernando Maluf. O tratamento pode envolver cirurgia, quimioterapia, radioterapia, hormonioterapia, imunoterapia e terapia alvo específico. “Para decidir as melhores opções para cada paciente, levamos em conta diversos fatores como características do tumor, idade da paciente e linfonodos axilares comprometidos”.

Cirurgia – retirada do tumor. Geralmente nos tumores pequenos a cirurgia remove a parte da mama que contém a lesão (quadrante ou setor) e é feita a pesquisa do linfonodo sentinela, onde as células tumorais têm mais chance de se alojar caso tenham escapado. Em tumores maiores pode ser preciso fazer mastectomia – retirada total da mama.

Quimioterapia – medicamentos que atacam a célula cancerosa diretamente; a quimioterapia ataca predominantemente a célula cancerosa em relação ao tecido normal. A maior parte das drogas quimioterápicas atua no DNA da célula, que fica no núcleo e controla tudo que a célula faz.

Radioterapia – poderosos raios-X (às vezes gama) que danificam preferencialmente as células tumorais, podendo levá-las à morte. 

Hormonioterapia – atua sobre hormônios do corpo para atacar a célula cancerosa, bloqueando a ação hormonal dos tumores que dependem de hormônios para viver. Se retira, por exemplo, o estrógeno da mulher, as células cancerosas que dependem do hormônio para viver, morrem.

Imunoterapia – importante estratégia para vencer o tumor. Ela estimula o sistema imune para que ele ataque as células cancerosas. 

Terapia Alvo específico – utiliza drogas que bloqueiam pontos (alvos) específicos da célula. Ex. a proteína HER 2 fica na superfície da célula cancerosa – se ela está em excesso (hiperexpressão), a célula cancerosa não para de proliferar. No tratamento, um anticorpo ataca essa proteína e leva à redução da célula cancerosa, aumentando a eficácia da quimioterapia. Bloquear a ativação desse HER 2 leva a um forte efeito anticâncer em tipos de mama que tem hiperexpressão dessa proteína. Existem também medicamentos que bloqueiam a formação de vasos sanguíneos, entre outros tipos.

Viviane Pereira

votação tranquila confirma
Lealdade e Coragem
na diretoria do sindical

Em dia de votação tranquila, a Chapa Única Lealdade e Coragem foi eleita para a direção do Sindical no biênio 2022/2023.
A próxima diretoria é composta de membros da atual diretoria e colegas conhecidos pelo apoio à luta da nossa entidade, com o diferencial da renovação: teremos na próxima gestão a participação de alguns dos novos servidores, aprovados no último concurso da CLDF.
Para o Conselho Fiscal foram eleitos, nessa ordem: Mário Noleto Oliveira do Carmo, Nailde Oliveira do Nascimento Silveira e Mozat Viana Lara.

PEC 32/2020 – Sindical acompanha discussão na comissão especial

Após mais de dez horas de discussão, ontem (14), a comissão especial da reforma administrativa na Câmara dos Deputados, continua, nesta quarta, a apreciação do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Arthur Oliveira Maia (DEM-BA). O novo texto ainda representa grande ataque aos servidores e alguns pontos do relatório receberam críticas durante a discussão.

Tanto a oposição, quanto a base aliada do governo rechaçaram a ampliação da possibilidade de contratação temporária no serviço público sem a realização de concurso. Também receberam duras críticas pontos que preveem a redução, em até 25%, da jornada e salário na administração pública, demissão de servidores ocupantes de cargos obsoletos, e o texto do Artigo 37-A que cria a possibilidade de contratação de entidades da iniciativa privada para executar serviços públicos, em uma clara abertura às terceirizações.

A comissão volta a se reunir hoje, com votação prevista para acontecer na quinta-feira. O Sindical segue atento, participando das articulações e manifestações contrárias à aprovação da PEC 32/2020.

Setembro Amarelo: o mês de prevenção ao suicídio

Conhecido como Setembro Amarelo, o nono mês do ano é dedicado à prevenção do suicídio em todo País. A celebração teve início em 2014 a partir dos esforços da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) que, em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Centro de Valorização da Vida (CVV). Com o tema “Agir salva vidas“, campanha deste ano chama atenção para as questões que envolvem a saúde mental, fazendo um alerta sobre a cultura do ódio nas redes sociais.

dia 10 deste mês é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante setembro inteiro. A campanha foi originada, inicialmente, nos Estados Unidos, a partir da morte de um jovem de 17 anos. Para homenageá-lo, seus amigos e pessoas próximas espalharam fitas amarelas com mensagem de apoio às pessoas que precisavam de ajuda. Nesse contexto, o laço amarelo foi o escolhido como símbolo de prevenção e luta contra o suicídio.

Durante o mês da campanha, costuma-se iluminar locais públicos com a cor amarela. A ideia é promover eventos que abram espaço para debates sobre suicídio e divulgar o tema alertando a população sobre a importância de sua discussão.

É importante lembrar que saúde mental é um assunto sério e demanda cuidado de profissionais especializados como psicólogas e psiquiatras. Portanto, para cuidar da saúde mental e prevenir o suicídio, é fundamental buscar um acompanhamento especializado!

Fonte: Sociedade Brasileira de Psicologia

Cartilha: Comportamento Suicida – Como Prevenir

CLDF atende pedido do Sindical e aumenta margem do empréstimo consignado

A Câmara Legislativa aprovou, na terça-feira (31), o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 83/2021, de autoria da Mesa Diretora e ampliou o percentual máximo de consignação dos servidores públicos do Distrito Federal até 31 de dezembro de 2021, conforme disposto na Lei Federal nº 14.131/2021.

            O PLC atende a pedido inicial, formulado pela assessoria jurídica do Sindical, protocolado na Diretoria de Recursos Humanos da CLDF em abril, que solicitou a ampliação de 5% na margem atual. Com a aprovação, servidores poderão contratar empréstimos com desconto automático em folha de pagamento até o limite de 40% do salário.

            O Sindical reconhece a boa vontade dos parlamentares pela aprovação da medida, em especial do deputado Iolando Almeida, que nos ajudou na tramitação abreviada da proposição, em consonância com a urgência que a situação impunha.

Eleição do Sindical terá chapa única

Foi finalizado no dia 20 de agosto o prazo para registro de chapas para as eleições da Diretoria e Conselho Fiscal do Sindical para o biênio 2022/2023. Somente uma chapa – a Chapa Lealdade e Coragem – apresentou inscrição e concorrerá como chapa única. Para o conselho fiscal, foram registradas três candidaturas.
Neste ano, a eleição será realizada no dia 20 de setembro, no horário das 9 às 18 horas, em duas urnas, na modalidade drive thru, em razão da pandemia da covid-19. Uma urna ficará na entrada principal do edifício sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal – CLDF e outra no estacionamento em frente à entrada dos servidores, do edifício anexo do Tribunal de Contas do Distrito Federal – TCDF.
O edital completo da eleição está à disposição na sede do Sindicato, no site da entidade www.sindical.org.br e nas bibliotecas da CLDF e do TCDF. Confira ao lado a relação de candidatos à Diretoria e ao Conselho Fiscal:

CHAPA ÚNICA – LEALDADE E CORAGEM

Presidente
Jeizon Allen Silverio Lopes;
1º Vice-Presidente
Francisco das Chagas Teófilo Silva;
2º Vice-Presidente
Átila Vinícius de Carvalho Pessoa;
Diretor Secretário
Marlei Duque da Silva;
Diretor de Administração
George Alexander Contarato Burns;
Diretor de Assuntos Jurídicos
Bruno de Oliveira Viana;
Diretor de Finanças
Fernando Antônio de Aquino Pavie;
Diretor de Comunicação Social
Elise Sayuri Tomoyasu;
Diretor de Formação Sindical
Valquirio Cavalcante;
Diretor de Assuntos Econômicos:
Victor Lúcio Figueiredo.
Candidatos Suplentes: Maristela da Costa Marques Cabral; Sarah Delma Almeida Vasconcelos; Daniela Pina Von Adamek, Bernardo de Oliveira Telles; Natalia Fernanda Gomes Sobestiansky; Nicanor Francisco Ricardo; Josué Silva Matos; Marlon Moises de Brito Araújo; Thiago Henrique Mendes Miranda; Luciene Santana da Silva.

CONSELHO FISCAL

Mário Noleto Oliveira do Carmo
Nailde Oliveira do Nascimento
Mozart Viana Lara

Alerta: Aumento de casos da variante delta no DF

O Distrito Federal é a terceira unidade da federação em numero de infectados pela variante delta da covid-19, com 87 casos confirmados, ficando atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro, considerado, hoje, o epicentro das contaminações pela nova cepa.
De acordo com dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES) mais da metade dos contaminados são mulheres, entre 50 e 59 anos. Até hoje o DF registrou duas mortes por infecção pela variante.
A quarta onda de covid-19, causada pela variante delta, já chegou aos Estados Unidos. Naquele país, recentemente, por conta do avanço da vacinação, houve o relaxamento das medidas de distanciamento social e do uso de máscara. Diante do cenário de contaminações, os Centros de Controle de Prevenção de Doenças (CDC) do país têm se empenhado em alertar para maior capacidade de transmissão da cepa.

O bom senso está voltando!

ATIVIDADES E EVENTOS PRESENCIAIS ABERTOS AO PÚBLICO ESTÃO SUSPENSOS NA CLDF

Está suspensa a realização de atividades abertas ao público na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A determinação é do Ato da Mesa Diretora (AMD) nº 72, publicado nesta segunda-feira (16). De acordo com o texto, a suspensão vale por trinta dias.
Desde a publicação do AMD nº 57, que autorizava o retorno de eventos e atividades públicas na Casa que o Sindical tem trabalhado duro para reverter a decisão da Mesa Diretora. Em primeira reunião com o presidente da Casa, Rafael Prudente, o Sindical já havia alertado para o aumento nos casos de contaminação pela variante Delta e demonstrado sua preocupação diante dos crescentes números e a reabertura da Casa ao público.

MANIFESTAÇÕES E DIÁLOGO

Seguindo as estratégias de luta definidas pela categoria em assembleia, iniciamos uma série de movimentações. Nossa agenda de blitz com atores vestidos de morte marcando presença em sessões e audiências públicas foi destaque na imprensa e levantou o debate sobre o risco de aglomerações desnecessárias, diante do atual momento, na CLDF.
Aliado à essas mobilizações, na semana passada, o presidente do Sindical, Jeizon Silverio conversou pessoalmente com o presidente da Casa, Rafael Prudente e com diversos outros parlamentares no sentido de sensibilizar e conscientizar do risco a que os servidores estavam expostos.
Prevaleceu o bom senso e, mais uma vez, saímos vitoriosos, por meio do diálogo e sem maiores desgastes. A publicação do AMD 72 evita o ajuizamento de ação programada para esta semana, por parte do Sindical contra o AMD 57 e seus efeitos.

A LUTA AINDA NÃO TERMINOU

Mas ainda há o que ser feito. Existem ajustes a serem tratados com a direção da Casa quanto ao AMD 59, que determinou o retorno ao trabalho presencial.
Há questões a serem resolvidas e as negociações continuam, pois precisamos resolver questões que envolvem a volta ao trabalho de pessoas em situação de vulnerabilidade, retirando estes servidores da rota de colisão com chefias e evitando maiores desgastes.

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

Mesmo diante de todas essas questões paralelas, o Sindical segue na luta pela pauta de reivindicações e permanece envidando esforços para avançar nos principais pontos: reposição de perdas salariais que, graças às nossas articulações, já tem a previsão orçamentária na LDO e deve avançar neste segundo semestre, e reestruturação administrativa.

Uma nova assembleia será convocada para a próxima semana para tratar desses assuntos com os servidores.