Atenção para os prazos de vacinação contra gripe na CLDF!

Período da Campanha: 20 de maio a 31 de maio de 2019

Local: Dependências do SAS, movimento itinerante nos gabinetes e dependências da sede da CLDF e concomitante  na Clínica SOS Check-up – SHIS QI 9 conj 4 BL E/I 3o Andar – Sala 311/312 Brasília- DF (Tel: 3248-4699)

Público: Parlamentares, servidores ativos e inativos, associados ou não ao FASCAL, conforme art 27 Resolução 296/2017.

Os dependentes dos associados ao Fascal, que não estão na carência, poderão vacinar e o titular co-participará em 20%.

Com direito a “funcionário fantasma”, servidores da CLDF protestam

Metrópoles – Servidores da Câmara Legislativa (CLDF) protestaram na tarde desta terça-feira (14/05/2019) pela adoção do ponto eletrônico para todos os profissionais da Casa. No hall de acesso ao plenário, um ator se fantasiou de funcionário fantasma.

Os manifestantes abordaram alguns dos parlamentares. Nove deputados distritais disseram ser a favor do pleito, segundo o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo e do Tribunal de Contas do Distrito Federal (Sindical).

A entidade representativa defende o controle de frequência para todos e não apenas para quem trabalha na área administrativa, como prevê o Ato da Mesa Diretora nº 36/2019. A posição da cada parlamentar está registrada em um painel fixado no hall. Outro ato semelhante está marcado para a próxima terça-feira (21/05/2019).

 

 

DEZ PARLAMENTARES JÁ DECLARARAM SER A FAVOR DO PONTO PARA TODOS!

Os servidores da Câmara Legislativa realizaram, na tarde de ontem, terça-feira (14), manifestação pela implementação do ponto eletrônico para toda a Casa. A reivindicação do sindicato é para que o controle de frequência seja estendido a todos e não apenas para quem trabalha na área administrativa, como previsto no AMD nº 36/2019.
Concentrados no hall de acesso ao plenário, os servidores abordaram alguns dos deputados que chegavam para a sessão ordinária. Dez parlamentares, Chico Vigilante, Daniel Donizet, João Cardoso, Jorge Vianna, Julia Lucy, Leandro Grass, Martins Machado, Reginaldo Veras e Telma Rufino se manifestaram a favor do ponto para todos, o deputado Agaciel Maia afirmou ser totalmente contrário ao Ato nº 36, pois se trata de medida ultrapassada e que não mede a produtividade.
Arlete Sampaio e Fábio Felix se abstiveram de manifestações. Infeliz-mente, houve parlamentar que, mais uma vez, fugiu do diálogo e entrou escondido no plenário.
Os servidores decidiram continuar mobilizados na próxima terça-feira, 21 de maio, para cobrar o compromisso dos demais parlamentares.

Assembleia decide pela retomada das mobilizações por ponto para todos

Reunidos em assembleia, na terça-feira (07), os servidores da Câmara Legislativa decidiram retomar as mobilizações em defesa da implementação do ponto para todos. Na próxima terça, dia 14, haverá manifestação no hall de acesso ao plenário, a partir das 14h30, com a presença do personagem Moralildo Pontão e com a apresentação do “Painel da Moralização”, em que os servidores farão o registro dos parlamentares que são favoráveis ao controle de frequência para toda a CLDF.
Durante a assembleia ficou claro o entendimento geral da categoria de que, mais uma vez, a direção da Casa, assim como em outras legislaturas, quer usar o servidor concursado como “bode expiatório” em seu discurso de moralização. Diante do quadro de visível perseguição, a assembleia deliberou por não fazer o registro do ponto até que seja estendido aos demais. O sindicato vai elaborar uma nota pública com esclarecimentos e considerações da categoria.

Boletim09-2019

ASSEMBLEIA DECIDE AGUARDAR COMPROMISSO ASSUMIDO PELA PRESIDÊNCIA DA CLDF

Após a reunião com presidente da Casa, os servidores decidiram, ainda na terça-feira, suspender as manifestações para realização de assembleia. Na quarta-feira, os servidores se reuniram no hall de acesso ao plenário para deliberar sobre os próximos passos da categoria.
Após informe da diretoria sobre a posição do presidente Rafael Prudente em abrir espaço para sugestões do sindicato em relação ao ponto eletrônico, a maioria dos servidores presentes optou por dar um prazo para que a direção da Casa cumpra com a promessa de ouvir o Sindical enquanto o controle ainda está em fase de regulamentação.
Caso a direção da Casa não cumpra o prometido, o sindicato partirá para o enfrentamento não apenas político, mas também judicial.

RAFAEL PRUDENTE RECEBE A DIRETORIA DO SINDICAL

No início da tarde, a diretoria do Sindical foi recebida pelo presidente da CLDF, Rafael Prudente, e pelo secretário-geral, Marlon Cambraia, para discutir não só ponto eletrônico, mas também para dar início às conversações sobre a pauta de reivindicações dos servidores.
O presidente do Sindical, Jeizon Silverio, destacou, logo no início da reunião, a frustração da entidade por não ter sido ouvida durante a elaboração do Ato da Mesa Diretora nº 36/2019, que trata do ponto para os servidores. “Como é um assunto específico de servidores nós achávamos razoável que a representação sindical minimamente tivesse tido um tempo para se debruçar sobre eventual minuta e apresentar sugestões”, observou Jeizon.

O presidente do sindicato apresentou os principais pontos da pauta de reivindicações e explicou que se tratam de reivindicações históricas dos servidores, com destaque para o plano de carreira.
Rafael Prudente afirmou que, em sua gestão, a diretoria do sindicato terá espaço aberto para o diálogo e discussão das questões dos servidores. O presidente garantiu que vai ouvir as sugestões do sindicato à implementação do ponto. “O Ponto eletrônico só vai ser implementado com sucesso se nós tivermos os apoio de vocês. E as alterações que vocês acharem que sejam importantes da gente fazer, podem passar as sugestões, existe um prazo ainda para maturarmos esse processo e eu estou dizendo aqui que vocês irão fazer parte do processo”, garantiu Prudente.
Sobre a pauta de reivindicações dos servidores, o presidente da CLDF disse que o sindicato terá espaço para avançar nas discussões. Quanto ao Plano de Carreira, Prudente sugeriu que o Sindical apresente uma proposta para que possa ser ajustada e encaminhada de acordo com as necessidades atuais da categoria.

Ponto para todos!

Na terça-feira (09) pela manhã, conforme deliberação da assembleia, os servidores se reuniram para percorrer os corredores da CLDF em mobilização para que o registro do ponto eletrônico seja obrigatório para todos os servidores e não apenas para quem trabalha na área administrativa.
A manifestação bem humorada dos servidores teve destaque na imprensa e transmitiu a mensagem defendida pelos servidores de que a moralização, defendida pela direção da Casa como justificativa para o ponto eletrônico, só acontecerá quando o registro for obrigatório para toda a CLDF, inclusive gabinetes parlamentares, e não apenas para a área administrativa, que representa menos da metade dos trabalhadores da Câmara Legislativa.

Cassação definitiva – ou absolvição – de José Gomes tem longo caminho

Metrópoles – A decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) pela cassação do mandato do distrital José Gomes (PSB), na última quinta-feira (11/04/19), está longe de representar o último capítulo dessa história. A previsão de recursos dá ao deputado mais tempo para permanecer na Casa, com possibilidade de reverter a sentença.

José Gomes foi acusado por funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais de coação para que votassem nele em outubro de 2018. As denúncias foram reveladas pelo Metrópoles ainda no período de campanha e deram origem do processo no Ministério Público Eleitoral (MPE), após representação do deputado Chico Vigilante (PT).

Logo depois da decisão que cassou o mandato de Gomes, por 6 a 0, a defesa do distrital anunciou que entraria, em prazo de até cinco dias, com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, o veredito fica suspenso até a decisão final. Até lá, José Gomes permanece na CLDF. Caso ele saia, assume a primeira suplente, a ex-deputada Luzia de Paula (PSB).

Entretanto, ainda cabem recursos a serem apresentados ao TRE-DF antes da instância superior. Na decisão do plenário, não foi proclamado se o cumprimento da medida é imediato – a informação também não consta no expediente publicado ainda no dia 11, no sistema eletrônico da Corte.

Na prática, segundo especialistas, isso quer dizer que o prazo para recurso só será aberto após a publicação do acórdão. Primeiramente, para questionamentos quanto à decisão – os chamados embargos de declaração.

Os embargos servem para esclarecer – ou mesmo tentar reverter – uma sentença quando, no acórdão, esses dados não estão claros para a defesa. Após a publicação da decisão, o relator da matéria, neste caso o desembargador Waldir Leôncio, abre prazo, normalmente de cinco dias, para os advogados do acusado se manifestarem.

A princípio, segundo o advogado de José Gomes, Cleber Lopes, a defesa deve manter o argumento de que a denúncia apresentada foi aceita antes de o empresário formalizar sua candidatura, o que iria contra jurisprudências mais recentes do TSE. “Com todas as vênias, o TRE continua a julgar contra a jurisprudência das instâncias superiores. Vamos recorrer e esperamos que o TSE acate nosso pedido”, destacou Lopes.

Já o presidente do PSB do Distrito Federal, Thiago Coelho, pontuou que o partido ainda espera um posicionamento da Justiça. “Estamos no aguardo da manifestação do Judiciário após toda a fase recursal. Neste momento, é importante ouvir o deputado em suas considerações”, ressaltou.

José Gomes foi acusado por funcionários da empresa Real JG Serviços Gerais de coação para que votassem nele em outubro de 2018. As denúncias foram reveladas pelo Metrópoles ainda no período de campanha e deram origem do processo no Ministério Público Eleitoral (MPE), após representação do deputado Chico Vigilante (PT).

Logo depois da decisão que cassou o mandato de Gomes, por 6 a 0, a defesa do distrital anunciou que entraria, em prazo de até cinco dias, com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, o veredito fica suspenso até a decisão final. Até lá, José Gomes permanece na CLDF. Caso ele saia, assume a primeira suplente, a ex-deputada Luzia de Paula (PSB).

Entretanto, ainda cabem recursos a serem apresentados ao TRE-DF antes da instância superior. Na decisão do plenário, não foi proclamado se o cumprimento da medida é imediato – a informação também não consta no expediente publicado ainda no dia 11, no sistema eletrônico da Corte.

Na prática, segundo especialistas, isso quer dizer que o prazo para recurso só será aberto após a publicação do acórdão. Primeiramente, para questionamentos quanto à decisão – os chamados embargos de declaração.

Os embargos servem para esclarecer – ou mesmo tentar reverter – uma sentença quando, no acórdão, esses dados não estão claros para a defesa. Após a publicação da decisão, o relator da matéria, neste caso o desembargador Waldir Leôncio, abre prazo, normalmente de cinco dias, para os advogados do acusado se manifestarem.

A princípio, segundo o advogado de José Gomes, Cleber Lopes, a defesa deve manter o argumento de que a denúncia apresentada foi aceita antes de o empresário formalizar sua candidatura, o que iria contra jurisprudências mais recentes do TSE. “Com todas as vênias, o TRE continua a julgar contra a jurisprudência das instâncias superiores. Vamos recorrer e esperamos que o TSE acate nosso pedido”, destacou Lopes.

Já o presidente do PSB do Distrito Federal, Thiago Coelho, pontuou que o partido ainda espera um posicionamento da Justiça. “Estamos no aguardo da manifestação do Judiciário após toda a fase recursal. Neste momento, é importante ouvir o deputado em suas considerações”, ressaltou.

Especialistas
Professor de direito eleitoral do Instituto Brasiliense de Direito Público, Daniel Falcão explica que há previsões, no texto legal, sobre a tese da defesa, mas defende que os advogados não partam diretamente para um recurso no TSE.

“Ele pode fazer o recurso do embargo de declaração ainda no TRE-DF, alegando que a decisão é omissa, contraditória ou obscura. Se decidir partir para um recurso direto no TSE, terá que pedir um efeito suspensivo. Tendo sucesso, o deputado fica no cargo até o julgamento do pleno”, explica Falcão.

Acórdão
Devido à falta de informações, neste primeiro momento pós-julgamento, o advogado eleitoral Bruno Martins entende que o ideal é a defesa de José Gomes aguardar o documento do TRE-DF.

“O acórdão ainda está em fase de revisão pelos desembargadores e é melhor que a defesa [de José Gomes] aguarde a publicação para saber sobre os efeitos da cassação por abuso de poder econômico. Ele poderá, então, entrar com o pedido de embargos”, comenta o especialista.

Ainda segundo Martins, “se na decisão for publicado que o cumprimento é imediato, o pedido deverá ser feito diretamente ao TSE. Se o TRE-DF resolver mandar cumprir imediatamente a sentença, só com recurso superior a decisão pode ser suspensa”, explica.

Caso mantida a decisão do TRE-DF, o processo sobe para o TSE. Se a Corte Superior mantiver a sentença e a defesa entender ter existido algum tipo de violação aos direitos constitucionais, ainda há a possibilidade de a matéria ser levada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Cassação na CLDF
A condenação pelo TRE-DF também pode ser objeto de pedido de cassação do mandato na Câmara Legislativa. Para tanto, a Casa precisa ser provocada por movimentos populares, cidadãos ou pelos próprios deputados distritais.

Para que se comece o trâmite, o pedido de cassação deve ser entregue no protocolo do Gabinete da Mesa Diretora (GMD). Em seguida, o processo é enviado para a Procuradoria Legislativa, que avalia se o pedido cumpre os requisitos legais necessários para a abertura de processo.

Cumprida essa fase, o processo volta para os membros da Mesa Diretora, que acatam ou não a matéria. Se a decisão for pela continuidade, o pedido vai para o corregedor – atualmente o próprio José Gomes, que precisaria se afastar da função.

Aceita a denúncia, o processo é enviado para a Comissão de Direitos Humanos e Decoro Parlamentar. Os cinco membros decidem se o processo caminha novamente ou não. Sendo positiva a resposta, a decisão vai para o veredito final do plenário da Câmara Legislativa, onde os 23 deputados restantes decidem, em voto aberto, pela cassação ou não do colega.

PONTO ELETRÔNICO

A diretoria do Sindical foi surpreendida, na manhã de hoje, com a publicação do Ato da Mesa Diretora nº 36/2019 que dispõe sobre o horário de trabalho e o controle de frequência dos servidores da Casa.
O Sindical lamenta a postura antidemocrática da direção da CLDF que não chamou a entidade representativa dos servidores da Casa para participar das discussões. ASS