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Nova sede

A diretoria do Sindical recebeu hoje (26/01) a escritura definitiva da sala onde será instalada a nova sede do Sindicato. O espaço, de aproximadamente 47 m² localizado no edifício Barão do Rio Branco, Setor Gráfico, foi comprado em setembro de 2011 com recursos de aplicações financeiras da entidade. A partir de agora, devem ser iniciados os trabalhos de reforma e preparação do ambiente. Enquanto isso, a sede do Sindical permanecerá na 716 norte.

 

Deputados voltam à Câmara e já devem começar discussões de ano estratégico

Correio Braziliense - A maioria dos deputados distritais está de férias, viajando, mas nem por isso as articulações políticas estão interrompidas. Com o início do ano legislativo marcado para 1º de fevereiro, os distritais começam a desembarcar em Brasília na próxima semana, mas só vão intensificar as negociações a partir do dia 21, quando começarão a ser realizadas reuniões entre eles. Na pauta, estão as formações dos blocos partidários e das comissões parlamentares. Em jogo, passos importantes com vistas às eleições de 2014. Os deputados encaram este ano como um dos mais estratégicos. Cada mexida agora na divisão de poder significa outras acomodações que podem alterar o cenário e implicar em consequências importantes.
Uma das mudanças imediatas é o retorno de Arlete Sampaio (PT) à Câmara Legislativa. Experiente e com grande força política, ela deixa a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda para retomar o mandato. Nos bastidores, é afirmado que a deputada retorna à Casa para suceder, em 2013, o correligionário Patrício na presidência. No entanto, a tarefa não será fácil e o nome dela precisará ser bem trabalhado para emplacar. Alguns integrantes da base acreditam que o Partido dos Trabalhadores (PT) já teve o seu espaço ao presidir a Casa nos dois primeiros anos desta legislatura e, nos próximos anos, o comando deverá ser de um aliado de outra legenda. Leia mais...
 

Bancos cobiçam as polpudas contas-salário dos servidores públicos

A guerra para seduzir as polpudas contas-salário dos servidores públicos já começou. Mal o governo deu liberdade para que cerca de 13 milhões de funcionários façam a transferência automática do dinheiro para instituições financeiras de sua preferência, bancos, cooperativas e financeiras deram início a uma batalha desesperada para ganhar a confiança dessa privilegiada parcela da população. Os dados do governo mostram que, ao longo de 2012, apenas os servidores federais movimentarão mais de R$ 200 bilhões. Alguns bancos que contavam com o conforto da exclusividade temem perder esse filão, marcado por estabilidade no emprego, baixo risco de calote, alto poder aquisitivo e ganhos 43% maiores que os da média da remuneração dos brasileiros.
A portabilidade das contas já é um direito adquirido dos empregados da iniciativa privada desde 2009. Mas só desde a última segunda-feira, primeiro dia útil de 2012, chegou aos servidores públicos. Agora, o antigo banco do servidor é obrigado a aceitar a opção do funcionário pela mudança em um prazo de até cinco dias úteis. Leia mais...
 

Deputados aprovam regulação das atividades dos 150 mil servidores públicos

Como de costume, os deputados distritais deixaram a maior parte das votações para os últimos dias do ano. Ontem, 21 projetos do Executivo ajudaram a lotar a pauta do Plenário, que já contava com 48 proposições de autoria de parlamentares para serem apreciadas em segundo turno. Apesar do número de matérias ligeiramente inferior ao da véspera — 73 itens aprovados —, a quinta-feira teve temas mais importantes e polêmicos, como a exigência de ficha limpa para ocupantes de cargos em comissão no âmbito do Governo Distrital, o Regime Jurídico Único (RJU) dos servidores públicos, a reestruturação da carreira de auditor fiscal e a Lei Orçamentária Anual (LOA)de 2012.
Em meio à correria das votações de última hora, os distritais tentaram abrir uma brecha para o nepotismo, mas as repercussões causadas ainda durante a sessão fizeram com que eles voltassem atrás. A manobra aconteceu durante a votação do RJU, quando uma emenda apresentada por um grupo de deputados tentava vincular o nepotismo somente aos casos de chefia hierárquica, o que possibilitaria a contratação de parentes de deputados, gestores, diretores e assessores em órgãos diferentes ou no mesmo local, desde que sem subordinação.

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